terça-feira, 20 de março de 2012

DSL 210 no Slackware 13

no pinguim, velho problema

Estou usando o sclakware agora, e precisei instalar o meu velho modem DSL210 da dlink nele. O problema é que ele é USB e isso sempre foi encrenca nas outras distros, então...

De cara, lendo por aí notei que os pacotes deb e rpm são os unicos que resolveriam o problema. Usando o mesmo tutorial do ubuntu eu tentei instalar e... Para minha surpresa o slackware 13 reconhece o modem USB sem problema. Sem problema mesmo, não precisei sequer do cxacru-fw.bin (o firmware do chip Conextant), e o pppoe já está instalado.


Está tudo bem então é só criar a interface nas0, mas vamos por partes, para um modem USB funcionar precisamos: 1 - do firmeware do modem (cxacru-fw.bin) do drive rp-pppoe (no caso todo o conjunto de aplicativos pppoe) e de uma interface que redirecione o fluxo da rede da eth0 para a porta USB (a nas0). É aí que complica, pois para isso temos que instalar o br2684ctl que depende do libatm, esses pacotes existem em deb ou rpm. Fui atrás do alien, um script perl que convert os pacotes de um formato para outro, e para minha surpresa, bastou instalar e rodar o pppoe-setup.

Aqui é que fica a pulga. Depois de rodar o pppoe-setup, meu modem conectou (tanto o ADSL quanto no servidor) mas não tinha travego algum... A um grande pequeno detalhe na configuração do pppoe-setup: quando ele peguntar o IP do DNS, escreva 'server' sem as aspas, isso fará o pppoe deixar que o seu servidor ISP indique um IP dinâmico. Parece bobagem mas eu quebrei a cabeça meia tarde para descobrir esse detalhe.


Se quiser, no link abaixo tem os arquivos usados para instalar. Basta seguir o tutorial do ubuntu e instalar os pacotes txz (installpkg nome.txz):

DSL210Tutorial.tar.gz

É isso, fica a dica...

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Curiosidade de papel

Dois Tux de papel: bons porta-lápis

Ok, essa para quem não tem nada melhor para fazer, ou quer relembrar os tempos de criança. Nos links abaixo têm dois modelos de Tux de papel, basta imprimir e colar em algum papelão (tipo caixa de sabão em pó ou sucrilhos)...

Eu montei o quadradinho e ficou muito legal para fazer um porta-lápis, basta recortar a tampa da cabeça fora.

Do outro modelo estou levando uma surra dos braços do tux ( ehehehe) mas está ficando legal também.
Seguem os links (clique nas imagens para baixar) :




É isso, pegue cola, tesoura e divirta-se... =]

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Hackerismo

Verdades, Lendas e Mentiras II

Há algumas questões não abordadas no outro post. Entre elas, o porque eu estou inventindo tanto tempo com esse assunto? Bem na minha opinião, eu estou apenas divulgando minha opnião... Num mundo de desinsformação, qualquer informação séria e bem fundamentada, é bem vinda.

Há também a questão da banalização do hackerismo. Para alguns, incluindo jornalistas sérios, qualquer um que crie um e-mail falso ou um perfil falso numa rede social é considerado hacker.

Para muitos da impressa, qualquer um que rode um keygen para validar uma cópia pirata para Ruindows é visto como hacker.

Mas afinal quem pode ser considerado um hacker?

Na minha modesta opinião, um hacker é todo e qualquer individuo que gosta de perguntar, mas que ama obter respostas. Toda criança, em algum momento da vida se perguntou 'por que a chuva caí?', mas apenas o hacker efetivamente busca um resposta. Ser um hacker não é apenas invadir, mas saber como e porque ela ocorreu. Um hacker é um conhecedor, é alguém que gosta de conhecer.

Respostas. Algo que fascina. Mas obter respostas nem sempre é fácil, e dependendo da informação pode até não ser 'legal' (no sentido de estar dentro da lei).

Lei. Fundamental para o ordem na sociedade, mas não confunda lei com justiça. A lei visa manter a ordem. E para isso algumas vezes pode até cometer injustiças. Mesmo por que, Justiça é um conceito bem subjetivo. O que é juso para você pode não ser para mim, e vice-versa. A Lei,em especial a brasileira, não faz justiça, mesmo por que esse não é o objetivo dela. A lei visa manter a ordem, por isso em muitos casos ela não faz justiça.

Enfim, um hacker é isso, um conhecedor, um rebelde, um filosofo, um especialista, é alguém com um certo conceito de justiça que na maioria das vezes não se enquadra no conceito das classes dominantes. Mas não é exatamente isso que muda o mundo? Uma nova visão do que é certo e justo?

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Linguagem C de luto

Morre Dennis Ritchie, Criador da linguagem C

Não sou de fazer dois posts por dia, mas quando soube da nóticia fiquei comovido. Enfim, a noticia completa está no Hardware.com. Lamento muito esta perda para a ciência, mais uma grande mente que se apaga.

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